segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

05 de Janeiro de 2.026 - um diagnóstico atualizado (05 de janeiro de 2026) sobre os mercados imobiliário e de móveis/decoração para Baixada santista


📊 1. Mercado Imobiliário — Santos, São Vicente e Praia Grande (Oferta & Procura em 2026)



✔️ Situação Atual (Demanda vs. Oferta)

📌 Demanda alta e oferta limitada — Santos continua sofrendo com a escassez de unidades, especialmente em produtos frente-mar e de médio a alto padrão, gerando valorização e até fila de espera por imóveis disponíveis. 

Diário do Litoral

📌 Valorização contínua dos preços — segundo dados de 2025, o preço médio do m² em Santos já esteve mais de +11% em alta e isso vem se mantendo na transição para 2026, impulsionado pela infraestrutura, qualidade de vida e configuração urbana restrita da cidade. 

Terra

📌 Imóveis usados com forte liquidez — artigos publicados em janeiro de 2026 destacam que imóveis usados tiveram um crescimento recorde nas vendas e locações recentemente, indicando boa liquidez para esse segmento. 

Diário do Litoral

📌 Locação valorizada em temporada e permanente — a Baixada Santista registrou aumento de tarifas de aluguel no litoral em 2025, com expectativas de continuidade em 2026, reforçando a atratividade da região para investidores locacionais. 

CRECISP

📍 2. Destaques por Cidade

🏙️ Santos

Grande procura por imóveis residenciais e de investimento, especialmente próximos à praia e em bairros como Gonzaga, Boqueirão e Pompéia. 

Terra

Mercado limitado por oferta e restrições geográficas, favorecendo valorização contínua e tendência de verticalização. 

Diário do Litoral

📌 Produto em destaque:

Apartamentos de 2 a 3 dormitórios (50–100m²) bem localizados — foco de alta procura especialmente para moradia e aluguel.

🏖️ Praia Grande

Mercado com crescimento urbano, atraindo residentes permanentes e firme demanda por imóveis com bom custo-benefício comparado a Santos. 

Diário do Litoral

Rentabilidade de locação interessante, especialmente em bairros como Canto do Forte, Guilhermina e Boqueirão (comentários populares apontam bom custo X retorno). 

Reddit

📌 Produto em destaque:

Apartamentos novos ou semi-novos com vista lateral/mar e área de lazer — voltados para famílias e investidores.

🌆 São Vicente

Mercado ainda se beneficia da proximidade com Santos, com opções de custo relativamente mais acessível.

Ofertas com bom custo-benefício para quem busca moradia permanente, especialmente imóveis menores e locais residenciais.

📌 Produto em destaque:

Apartamentos e casas pequenas em bairros com boa infraestrutura urbana.

🧠 3. Oportunidades de Imóveis em Construção ou Pré-lançamento

Embora a maioria dos dados disponíveis indique que a escassez de oferta é um fator dominante, especialmente em Santos, aqui vão os segmentos com maior potencial:

📌 Alto padrão

Empreendimentos frente-mar ou com vista panorâmica em Santos (modelo com lazer completo e diferenciais premium) continuam sendo os mais valorizados.

📌 Médio padrão funcional

Novos empreendimentos que entreguem boa localização + espaços bem aproveitados (plantas inteligentes) tendem a ter saída rápida, dada a forte procura por esses produtos.

📌 Lançamentos em Praia Grande

Novidades em bairros consolidados com infraestrutura comercial e de serviços devem captar procura tanto de moradores quanto de investidores.

(Caso você queira, posso buscar listagem específica de lançamentos com preços e disponibilidade diretamente online para cada cidade.)

🛋️ 4. Mercado de Móveis Novos e Decoração (Tendências e Consumo)

Apesar de não haver relatórios regionais específicos ao litoral paulista em janeiro de 2026 acessíveis online, dados gerais do mercado brasileiro apontam:

📈 Tendências Nacionais

✔️ O mercado brasileiro de móveis e decoração tem crescimento robusto, com projeção de crescimento contínuo ao longo da década (CAGR entre ~4–9% ao ano). 

IMARC Group

✔️ Consumidores e designers valorizam cada vez mais customização, móveis com história e materiais naturais, tendência que impacta compras locais e personalizadas. 

ELLE Decor

✔️ Há um movimento claro de adoção de designs com curvas, madeiras escuras e peças artesanalmente trabalhadas para 2026. 

The Spruce

🏬 5. Destaque: Onde Comprar Moveis & Decoração em Santos e Região

✨ Lojas e serviços locais com boa reputação:

Questão de Estilo Móveis e Decorações – loja de móveis e decoração no Centro de Santos. 

facebook.com

Compradores também utilizam grandes redes e lojas online populares (pela variedade e preços competitivos).

📌 Comércio de Rua em São Vicente: há expansão do comércio urbano, incluindo artigos para casa e decoração, atraindo moradores e visitantes. 

Comercio São Paulo

💡 Feiras e eventos urbanos (como a Feirart em Santos) podem ser ótimas alternativas para decoração artesanal e peças únicas. 

Wikipédia.

 

sábado, 3 de janeiro de 2026

03 de Janeiro de 2.026; santos, SP - 2026 — EUA e Venezuela: retrospectiva do conflito de forma completa e simples

 






1. Contexto histórico (1999–2014): o começo das tensões

  • Nos anos 2000, após a eleição de Hugo Chávez na Venezuela, as relações com os EUA começaram a se deteriorar. Chávez criticou fortemente a política externa americana e nacionalizou setores da economia, incluindo o petróleo — o principal produto de exportação da Venezuela. 

  • Essas ações contribuíram para um acirramento gradual das relações diplomáticas. 

  • Em 2014, o Congresso dos EUA aprova a Venezuela Defense of Human Rights and Civil Society Act, lei visando sancionar autoridades venezuelanas por abusos de direitos humanos. 


2. Sanções e confrontos crescentes (2015–2024)

  • A partir de 2015–2017, os Estados Unidos ampliaram sanções econômicas e financeiras contra o governo venezuelano. Essas medidas começaram a limitar o acesso da Venezuela aos mercados globais e atingiram dirigentes e empresas do país. 

  • Durante os governos de Trump (2017–2021) e Biden (2021–2025), os EUA continuaram e reforçaram sanções, especialmente ligadas ao setor petrolífero — setor vital para a economia venezuelana.

  • Embora houvesse negociações e até tentativas de reaproximação (como em 2024, quando houve diálogo entre os governos), as tensões políticas e econômicas permaneceram altas. 


3. Escalada em 2025 (a crise se intensifica):

Janeiro–Março de 2025

  • Janeiro: Nicolás Maduro toma posse para um terceiro mandato, em meio a alegações de fraude eleitoral que os EUA repudiaram. 

  • Fevereiro: Os EUA designam a facção criminosa Tren de Aragua como “organização terrorista estrangeira”, tentando vincular o grupo ao regime venezuelano — movimento que Caracas rejeitou. 

  • Março: Washington impõe tarifas sobre países que compram petróleo venezuelano. 

Agosto–Outubro de 2025

  • Agosto: Recompensa americana pela captura de Maduro dobra para US$50 milhões sob a alegação de narcoterrorismo. 

  • Outubro: O governo americano autoriza operações encobertas da CIA direcionadas a alvos dentro da Venezuela. 


4. Crescimento militar e ações diretas (final de 2025)

Novembro–Dezembro de 2025

  • Novembro: Os Estados Unidos anunciam a operação Southern Spear, com movimentação de navios de guerra, grupos de combate (incluindo o USS Gerald R. Ford) e tropas no Caribe, como parte de uma presença militar reforçada na região. 

  • 22 de novembro: A FAA (Federal Aviation Administration) emite aviso sobre riscos no espaço aéreo venezuelano, levando companhias aéreas a suspenderem voos. 

  • Dezembro de 2025: Os Estados Unidos intensificam a pressão com sanções adicionais e bloqueios navais a petroleiros ligados à Venezuela. 

  • 30 de dezembro: A CIA realiza um ataque com drones a instalações marítimas supostamente associadas ao tráfico de drogas na Venezuela. 

  • 31 de dezembro de 2025: Novas sanções são impostas pelo governo dos EUA a empresas e navios venezuelanos como parte da campanha para enfraquecer a renda do regime.


**5. 3 de janeiro de 2026 — A escalada militar mais grave

Nesta data, ocorre uma dramática mudança de fase nas relações EUA–Venezuela:

  • Os Estados Unidos lançam ataques militares aéreos e terrestres em diversos pontos da Venezuela, incluindo a capital, Caracas, e bases militares como La Carlota e Fuerte Tiuna

  • Explosões foram ouvidas na cidade e relatadas por múltiplos veículos de imprensa. O presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores foram capturados por forças especiais americanas, segundo declarações oficiais dos EUA. 

  • O governo venezuelano qualificou a ação como agressão militar e violação de soberania, declarou estado de emergência e chamou a população à resistência. 

  • Essa operação representa o ponto mais alto de confronto entre os dois países em décadas, com possibilidades de repercussões regionais e globais ainda em desenvolvimento. 


Conclusão resumida

A relação entre os Estados Unidos e a Venezuela passou de diplomacia tensa e sanções econômicas ao que se tornou um confronto militar direto em 2026, culminando na captura de Nicolás Maduro pelo governo americano.
Essa escalada foi precedida por anos de atrito político, acusações mútuas, sanções econômicas e operações militares voltadas ao combate ao narcotráfico e ao que os EUA definem como inimigos da democracia.


Fontes e links de referência

  1. Reuters – Venezuela rejeita “agressão militar” dos EUA em 2026:

  2. The Guardian – Trump afirma captura de Maduro:

  3. Associated Press – Reações e fotos da operação:

  4. Wikipedia – 2026 strikes in Venezuela (detalhes dos ataques):

  5. Wikipedia – Ataques americanos em Caracas:

  6. Wikipedia – Sanctions overview e política dos EUA contra Venezuela:

  7. Al Jazeera / timelines das relações 1999–2025:

  8. Wikipedia – 2025 in Venezuela (eventos chave no ano anterior):

03 de Janeiro de 2.026 - Santos, SP. - Como a crise entre EUA e Venezuela impacta o Brasil em 2026.


 Como a crise entre EUA e Venezuela impacta o Brasil em 2026

1. Posição diplomática do Brasil

O governo brasileiro tem adotado uma postura oficialmente neutra e de defesa da paz, evitando tomar partido entre os Estados Unidos e a Venezuela. O presidente Lula afirmou que o Brasil não tomará lado no conflito e que “guerra não leva a nada, a não ser à matança e ao empobrecimento”.

Autoridades brasileiras também têm procurado dialogar com os dois lados e defender soluções diplomáticas, ressaltando a importância de resolver divergências por meio de negociações, e não com violência. 

2. Segurança das fronteiras e crise humanitária

O Brasil tem uma fronteira extensa com a Venezuela (mais de 2.000 km), especialmente no estado de Roraima. Com a crise política e econômica venezuelana já existem milhões de venezuelanos vivendo fora do país, muitos no Brasil. Uma escalada militar pode aumentar ainda mais o fluxo de migrantes, exigindo mais recursos sociais, saúde e serviços públicos no país. 

A Operação Acolhida atua desde 2018 para apoiar venezuelanos no Brasil, e uma nova intensificação de migração causaria desafios adicionais para o governo e para os municípios de fronteira.

3. Economia e mercado

Uma crise na Venezuela pode impactar preços internacionais de energia e commodities, e esses efeitos chegam ao Brasil de várias formas:

  • Petróleo e combustíveis: Qualquer instabilidade no mercado de petróleo pode influenciar os preços internacionais do barril e, consequentemente, no Brasil — especialmente no custo dos combustíveis e na inflação de transportes e logística.

  • Insumos agrícolas: A Venezuela tem sido fornecedora de fertilizantes e produtos relacionados ao agronegócio para o Brasil. Interrupções no fornecimento podem pressionar ainda mais os custos de produção do agronegócio brasileiro, setor fundamental para exportações e preços internos. 

Esses fatores podem contribuir para pressões inflacionárias no país, dependendo da duração e intensidade da crise internacional.

4. Relações comerciais e investimentos

A escalada de tensões pode influenciar a confiança de investidores no mercado latino-americano, gerando maior cautela em investimentos estrangeiros e domésticos. Empresas podem adiar decisões de expansão ou reduzir operações em regiões com instabilidade política. 

Por outro lado, um papel mais ativo do Brasil em mediação e diplomacia pode reforçar sua imagem internacional como player responsável e estabilizador na América Latina — algo que pode atrair parcerias comerciais e diplomáticas no longo prazo.

5. Prós e contras de uma postura brasileira cautelosa

Prós:

  • Redução do risco de envolvimento direto em conflito armado

  • Preservação de uma imagem diplomática neutra e de mediador

  • Maior espaço para cooperação regional e internacional

  • Possibilidade de liderar iniciativas de paz e estabilidade na América Latina

Contras:

  • Pressão de aliados internacionais para posicionar-se claramente

  • Risco de impactos econômicos (preços de energia, fertilizantes e inflação) se a crise se intensificar

  • Possível aumento de fluxo migratório e demandas sociais internas


Conclusão

Diante da crise EUA–Venezuela em 2026, o Brasil tem buscado uma posição neutra e de defesa da paz, focando em diplomacia e diálogo. No entanto, a proximidade geográfica, a fronteira longa com a Venezuela e os laços econômicos tornam inevitável que o Brasil seja afetado, tanto economicamente quanto socialmente. Pressões no preço dos combustíveis, fertilizantes e inflação — somadas a possíveis novos fluxos migratórios — são fatores que o governo observa cuidadosamente.

O papel brasileiro, até aqui, combina cautela, defesa da soberania regional e vontade de atuar como mediador, equilibrando interesses nacionais e estabilidade hemisférica.


Fontes com links
Lula: Brasil não tomará lado no conflito — www.brasil247.com Brasil 247
Brasil ficará do lado da paz — www.poder360.com.br Poder360
Brasil disposto a ajudar na crise — www.infomoney.com.br InfoMoney
Governo brasileiro temia impacto na fronteira — www.oglobo.globo.com archive.ph
Riscos para ativos brasileiros / petróleo — www.infomoney.com.br InfoMoney
Impactos para Brasil e agronegócio — agroemcampo.ig.com.br Agro em Campo
Riscos a negócios e mercado — www.wtwco.com WTW
Diplomacia brasileira em alta pressão — Venezuelanews.net Venezuela News

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

 

 


 Este ano me atravessou de muitas formas. Enfrentei desafios que testaram minha fé, minha paciência e minha força emocional. Passei por momentos de silêncio, de espera, de incertezas e de aprendizados profundos. Nem tudo foi como planejei, mas tudo teve um propósito.

Hoje, olho para trás com mais consciência. Entendo que cada obstáculo me fortaleceu, cada queda me ensinou e cada recomeço me tornou mais resiliente. Deus esteve presente em todos os momentos — nos dias claros e, principalmente, nos dias difíceis. Foi Nele que encontrei sustento quando faltou chão, direção quando houve dúvida e paz quando o coração esteve inquieto.
Sou grato por tudo o que vivi, inclusive pelo que doeu, porque me moldou. Sou grato pelas pessoas que ficaram, pelas que partiram e pelas que chegaram no momento certo. Nada foi em vão.
Que 2026 venha com fé renovada, sabedoria, saúde, equilíbrio e coragem para viver o que precisa ser vivido. Que seja um ano de colheita, de decisões firmes, de amor verdadeiro e de crescimento pessoal, profissional e espiritual.
Entrego o novo ano nas mãos de Deus, confiante de que Ele continuará guiando cada passo.
Feliz 2026.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

26 de Dezembro de 2.025 - Por que comprar agora no Easy São Vicente usando o Minha Casa Minha Vida?

 


Por que comprar agora no Easy São Vicente usando o Minha Casa Minha Vida?

Se você tem renda familiar em torno de R$ 10.000, saldo de FGTS e busca um imóvel bem localizado, moderno e com excelente custo-benefício, este é o momento certo para comprar — e o Easy São Vicente se destaca como uma das melhores oportunidades da região.

1️⃣ Você ainda pode usar o Minha Casa Minha Vida nessa faixa de renda

Muitas pessoas acreditam que o Minha Casa Minha Vida é apenas para rendas mais baixas, mas isso não é verdade.
Com renda familiar próxima de R$ 10 mil, você pode se enquadrar nas faixas superiores do programa e aproveitar benefícios importantes, como:

  • Taxas de juros menores do que no financiamento tradicional

  • Prazos longos, reduzindo o valor da parcela

  • Mais poder de compra, permitindo um imóvel melhor pelo mesmo orçamento

👉 Resultado: parcela mais equilibrada e menos juros ao longo do contrato.

2️⃣ Use o FGTS para reduzir entrada e parcelas

O FGTS é um grande aliado na compra do seu apartamento no Easy São Vicente. Ele pode ser usado para:

  • Entrada ou complemento da entrada

  • Redução do valor financiado

  • Amortização futura das parcelas

Isso significa menos dinheiro do bolso agora e um financiamento muito mais confortável.


  3️⃣ Easy São Vicente: imóvel certo, no lugar certo

O Easy São Vicente foi pensado exatamente para quem quer praticidade, conforto e valorização.
Destaques do empreendimento:

  • Apartamentos com 2 dormitórios

  • Sacada gourmet, algo raro nessa faixa de preço

  • Área de lazer completa, ideal para família e qualidade de vida

  • Localização estratégica, com fácil acesso à praia, comércio e serviços

É um imóvel que atende tanto quem quer morar bem quanto quem pensa em investimento.

4️⃣ Comprar agora é financeiramente mais inteligente

Esperar pode sair caro. Hoje, você encontra:

  • Condições comerciais mais flexíveis

  • Valores ainda abaixo do pico de valorização pós-entrega

  • Maior chance de escolher melhor planta e posição

Além disso, o custo do aluguel continua alto. Ao comprar agora, você troca o aluguel por um patrimônio próprio, usando recursos (FGTS e subsídio indireto via juros menores) que você não teria em outro tipo de compra.

5️⃣ Perfil ideal para aprovação rápida

Com renda em torno de R$ 10.000, você tem:

  • Alta taxa de aprovação de crédito

  • Possibilidade de parcelas compatíveis com o orçamento

  • Condições melhores junto aos bancos parceiros do programa

Ou seja: menos burocracia e mais agilidade para sair do aluguel.


Conclusão

Se você tem FGTS, renda familiar próxima de R$ 10 mil e procura um imóvel moderno, bem localizado e com vantagens reais de financiamento, comprar agora no Easy São Vicente é uma decisão estratégica e inteligente.

O momento é favorável, as condições existem e as oportunidades não ficam disponíveis por muito tempo.

📞 Quer simular valores, parcelas e ver se você se enquadra no Minha Casa Minha Vida?
Entre em contato e faça uma análise sem compromisso.

Hamilton Biscalquini Junior
Corretor de Imóveis – CRECI-SP 208568-F
📲 WhatsApp: (13) 98187-9867

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

23 de Dezembro de 2.2025 - Novo Valongo, santos, SP

Sou o Hamilton Biscalquini, corretor de imóveis, e quero te apresentar uma grande novidade para quem deseja morar em Santos pagando menos: o Novo Valongo

           O Centro Histórico de Santos está renascendo. Acompanhando de perto esse movimento, fica evidente que a verdadeira revitalização do Centro passa, necessariamente, pela volta da moradia para a região. É hora de o santista voltar a viver no Centro da cidade.

Muitas pessoas que nasceram a partir dos anos 1960 não têm a lembrança do Centro como um bairro residencial. Isso aconteceu porque, em 1968, o Plano Diretor de Santos determinou um zoneamento rígido, transformando a área central em uma zona exclusivamente comercial, proibindo novas moradias, mesmo sendo ali o berço da ocupação da cidade.

Esse cenário começou a mudar em 2018, com a atualização da Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS) e a criação do programa Invest Centro, que trouxe incentivos importantes, especialmente para a construção civil e projetos de requalificação urbana.

Além disso, grandes melhorias estão em andamento, como a expansão do VLT e a implantação do Parque Valongo, que reforçam o potencial de valorização imobiliária da região nos próximos anos.

Outro grande marco é o Programa Casa Santista, lançado pela Prefeitura de Santos. Trata-se de um programa inovador e pioneiro no Brasil, que oferece subsídio direto, pessoal e intransferível para aquisição, construção ou retrofit de moradias de interesse social.

O programa contempla os bairros Centro, Valongo, Paquetá, Vila Nova e Chinês, incentivando a volta da moradia para o Centro Histórico, fortalecendo o comércio local e atraindo novos investimentos privados. Com isso, famílias de baixa renda, servidores públicos e movimentos pró-moradia passam a ter acesso a unidades habitacionais em áreas consolidadas da cidade.

 



  O Novo Valongo representa essa nova fase: mais acessível, bem localizado e com enorme potencial de valorização. Se você quer morar ou investir em Santos com custo menor e visão de futuro, esse é o momento certo.

Há, ainda, a possibilidade de financiar o imóvel pelo Minha Casa, Minha Vida.

 5 motivos para morar no Centro de Santos

O novo trecho do VLT ligará a Av. Conselheiro Nébias à região do Valongo, com 8km de extensão e 12 estações

Opções de lazer no Parque Valongo com playground, quadras, passarela e outras atrações nos antigos armazéns portuários revitalizados

Vida cultural pulsante com espaços que funcionam o ano todo com gastronomia, entretenimento e muita arte

História viva nas ruas e construções

Incentivos, como isenção de IPTU por 5 anos, isenção de ITBI (2%) e desconto para funcionários públicos.

Venha conhecer as opções.

Hamilton Biscalquini Junior

CRECISP 208.568-F

Contato: WhatsApp: 13 981879867



segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

22 de Dezembro de 2.025 - Santos, SP. - FECHAMENTO DE 2025 — MERCADO IMOBILIÁRIO DA BAIXADA SANTISTA


               

FECHAMENTO DE 2025 — MERCADO IMOBILIÁRIO DA BAIXADA SANTISTA

O mercado imobiliário da Baixada Santista encerra 2025 em um cenário de ajuste saudável, com maior racionalidade nos lançamentos, demanda ativa nos segmentos certos e um ambiente mais profissional para vendas e investimentos. Santos e São Vicente acompanharam a tendência nacional observada pela CBIC em parceria com a Bra!n: menos excesso de oferta e maior foco em produto adequado ao perfil do comprador.

Ao longo do segundo semestre, os lançamentos mantiveram volume relevante no acumulado do ano, porém com ritmo mais seletivo. Incorporadoras priorizaram projetos com maior previsibilidade de vendas, especialmente empreendimentos enquadrados no Minha Casa, Minha Vida e lançamentos de médio padrão, que concentraram a maior parte da procura real do mercado.

No segmento MCMV, 2025 foi marcado por forte recuperação. O uso intensivo do FGTS, as condições de financiamento e a previsibilidade do programa impulsionaram lançamentos e aceleraram a absorção das unidades. Na Baixada Santista, apartamentos de 1 e 2 dormitórios apresentaram alta liquidez, consolidando o MCMV como o principal motor de giro e segurança para o mercado local.

Já o médio padrão mostrou resiliência. Em Santos, especialmente, houve procura consistente por imóveis bem localizados, com plantas funcionais, padrão construtivo adequado e foco em entrega mais rápida. A redução gradual do estoque pronto contribuiu para maior equilíbrio entre oferta e demanda, favorecendo empreendimentos bem posicionados em preço e produto.

O comportamento das vendas ao longo de 2025 foi estável, com oscilações pontuais, mas sem ruptura. O comprador se mostrou mais criterioso, exigindo clareza nas condições, simulações objetivas e segurança jurídica. Esse novo perfil reforçou a importância de estratégias comerciais mais técnicas e menos especulativas.

PERSPECTIVAS PARA O 1º TRIMESTRE DE 2026

As projeções para o primeiro trimestre de 2026 são moderadamente positivas. A expectativa é de continuidade da demanda nos segmentos econômico e médio, sustentada pela manutenção do crédito imobiliário, pelo papel central do MCMV e pela tendência de lançamentos mais enxutos e estratégicos.

O início de 2026 deve manter um mercado mais equilibrado, com foco em qualidade, precificação correta e comunicação clara. Incorporadoras e profissionais que atuarem com planejamento, leitura de mercado e antecipação de oportunidades tendem a se destacar em um cenário menos impulsivo e mais técnico.

Conclusão: a Baixada Santista fecha 2025 com um mercado mais maduro, sustentável e alinhado à realidade econômica. Não é um mercado de excesso, mas de oportunidade para quem entende o momento.

  Sou Hamilton Biscalquini Junior; corretor de imóveis CRECISP208568F.

Desejo a todos um Feliz Natal e que 2.026 seja prospero.


FONTES

• CBIC — Câmara Brasileira da Indústria da Construção
• Bra!n Inteligência Estratégica (Indicadores do Mercado Imobiliário Nacional)
• Secovi-SP
• CRECISP — Conselho Regional de Corretores de Imóveis
• Relatórios de Crédito Imobiliário — Caixa Econômica Federal

• Estudos setoriais sobre o Programa Minha Casa, Minha Vida 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

18 /12 /2025 - Panorama objetivo, baseado nas informações mais recentes publicadas pela CBIC em parceria com a Bra!n e em estudos regionais (CRECISP / Secovi), focado em Santos e São Vicente — 2º semestre de 2025 (lançamentos, vendas, estoque) e nas expectativas para 2026, com ênfase em MCMV e lançamentos de médio padrão.

 
Panorama executivo (resumo)

No 2º semestre de 2025 o mercado imobiliário da Baixada Santista (com destaque para Santos e São Vicente) seguiu a tendência observada nacionalmente: lançamentos elevados no acumulado do ano, mas com sinais de desaceleração trimestral; vendas relativamente estáveis e redução do estoque ofertado, enquanto o segmento social (MCMV) mostrou maior dinamismo de comercialização. Essas conclusões aparecem nos levantamentos da CBIC/Bra!n e nos relatórios regionais. 

Lançamentos (2º semestre de 2025)

No agregado nacional 2025 teve um volume de lançamentos maior que em 2024 (melhor semestre desde o início da pesquisa), e a mesma tendência impactou a Baixada — houve muitas incorporações e “breves lançamentos” anunciados em Santos e São Vicente, com foco em apartamentos. 

Porém, a leitura trimestre a trimestre mostrou desaceleração no 2º trimestre (queda frente ao 2º trim. de 2024 em determinados recortes), sinalizando que incorporadoras passaram a ajustar ritmo e carteira. Para a região isso significou menor ritmo de novas obras no final do semestre. 

Vendas e demanda (2º semestre de 2025)

As vendas permaneceram estáveis a levemente positivas no semestre, com boa absorção em faixas econômicas atendidas pelo MCMV e boa procura por produtos prontos/entrega rápida na faixa média. CBIC/Bra!n registram recuperação nas comercializações no primeiro semestre e manutenção de ritmo no 2º. 

Relatório local (CRECISP — Baixada Santista) aponta que, em meses pontuais do 2º semestre, vendas de usados e transações comerciais chegaram a registrar queda pontual, indicando volatilidade na demanda por usados/segmento de revenda — algo a observar se houver mudança rápida na taxa de juros ou no emprego local. 

Estoque / oferta final
CBIC indica redução do estoque (oferta final) em 2025 em termos nacionais (estoque recuando frente ao bom ritmo de vendas), e medidas locais mostram oferta mais contida em projetos prontos — o que reduz pressão de oferta imediata em Santos. Isso cria ambiente favorável a lançamentos bem posicionados (produto correto e preço competitivo). 

Para MCMV, o indicador de escoamento (meses de oferta) no 1º semestre indicava níveis de escoamento relativamente rápidos — sinal de que a demanda por econômico subsidiado estava mais ativa que em anos anteriores. 




Perfil por segmento - MCMV e médio padrão

MCMV (econômico/subsidiado): Forte recuperação e prioridade política/federal deram tração ao segmento em 2025 — maior contratação e processamento de projetos, com medidas recentes definindo regras e metas de seleção. Resultado prático: mais unidades MCMV em pipeline e maior velocidade de comercialização em cidades do litoral que têm terrenos e consolidação urbana. 


Médio padrão: Lançamentos médios (1 e 2 dormitórios, foco em família/casais) foram os mais comuns em Santos; preços por m² em Santos permanecem elevados em termos relativos para a Baixada, mas há procura consistente por unidades com entrega rápida e plantas otimizadas. Projetos de médio padrão com bom acabamento e valores competitivos têm boa resposta comercial. 


Perspectivas para 2026 (o que as instituições projetam)

A CBIC/Bra!n e debates setoriais no fim de 2025 apontam cenário de continuidade da demanda em 2026, apoiado por expansão do crédito imobiliário e medidas públicas (MCMV com metas de contratação mais ambiciosas). A projeção geral é de manutenção da demanda por MCMV e crescimento moderado nas faixas média, desde que não ocorra choque macroeconômico. 

Riscos: subida inesperada de juros, aperto de crédito bancário ou retração do poder de compra local podem reduzir velocidade de lançamentos e vendas; oportunidades: aumento de tetos/recursos para programas habitacionais e estímulos ao crédito tendem a ampliar a demanda em 2026. 
O que isso significa para Santos e São Vicente (resumo prático)

Oportunidade para projetos MCMV: maior atenção a parcerias com entidades/terrenos elegíveis — boa absorção prevista se o produto atender requisitos do programa. 
CBIC

Lançamentos de médio padrão: bem posicionados têm alta probabilidade de venda se combinarem plantas enxutas (1–2 dorm.), entrega rápida e estratégia comercial agressiva (financiamento/FGTS). 

Estoque menor = janela para correção de preço e menos Descontos — projetos que chegam com preço justo e boa comunicação comercial vendem melhor. 

 

Sou Hamilton Biscalquini Jr. 

Corretor de Imóveis - CRECI SP 208.568-F

Especialista em Lançamentos - atuando na Baixada Santista. 

contato +55 13 98187 9867. email: .brhobjr@gmail.com 

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

16/12/2025 - EXPLICAÇÃO DE FORMA MAIS SIMPLES. - PIX e Reforma Econômica O que muda na prática para pessoas comuns?

 

1. PIX NÃO será taxado

Vamos começar pelo mais importante:

👉 Não existe imposto por usar PIX.
Você não paga nada só porque:

  • recebeu um PIX

  • enviou um PIX

  • pagou uma conta no PIX

💬 “Ah, mas vão cobrar um valor por transferência?”
Não. Isso é boato.

O PIX continua:

  • gratuito para pessoas físicas

  • instantâneo

  • sem imposto automático


👀 2. O que realmente mudou: MAIS CONTROLE (não mais imposto)

O governo não criou imposto, mas passou a enxergar melhor o dinheiro que circula.

Funciona assim 👇

Se no mês inteiro, somando tudo:

  • Pessoa física movimentar mais de R$ 5.000

  • Pessoa jurídica (empresa) movimentar mais de R$ 15.000

➡️ O banco informa esse total à Receita Federal.

⚠️ Atenção:
Isso não gera imposto automático
Isso não bloqueia conta
Isso não tira dinheiro

👉 Serve apenas para comparar com o que a pessoa declara no Imposto de Renda.


🧾 3. Por que a Receita faz isso?

Para responder uma pergunta simples:

“Esse dinheiro que entrou combina com a renda declarada dessa pessoa?”

Exemplos práticos 👇

✔️ Exemplo tranquilo (sem problema)

  • Pessoa recebe salário

  • Faz PIX entre contas

  • Recebe ajuda de familiar

  • Declara tudo corretamente

➡️ Nenhum problema. Vida normal.

⚠️ Exemplo que pode gerar problema

  • Pessoa declara renda de R$ 2.000

  • Recebe R$ 10.000 todo mês via PIX

  • Não explica de onde vem esse dinheiro

➡️ A Receita pode chamar para pedir explicação.

📌 Importante:
👉 Chamar para explicar NÃO é multa automática.
É só pedir esclarecimento.


💰 4. Receber PIX significa que vou pagar imposto?

NÃO automaticamente

Você só paga imposto se o dinheiro recebido for:

  • renda

  • lucro

  • pagamento por trabalho

  • venda de produto ou serviço

💡 Exemplos que NÃO geram imposto:

  • PIX entre suas próprias contas

  • dinheiro emprestado

  • ajuda da família

  • dividir conta com amigos

  • devolver dinheiro

💡 Exemplos que PODEM gerar imposto:

  • receber por serviços

  • vendas frequentes

  • aluguel

  • comissões

  • trabalho informal constante

👉 O problema não é o PIX, é a origem do dinheiro.


🏠 5. Quem é autônomo, informal ou pequeno vendedor

Aqui vai a parte mais importante:

Se você:

  • vende algo

  • presta serviços

  • recebe PIX com frequência

👉 Organização é a chave.

Não significa que:
❌ sua conta será bloqueada
❌ você será multado automaticamente

Mas significa que:
✔️ é melhor separar:

  • conta pessoal

  • conta de trabalho

✔️ guardar:

  • comprovantes

  • mensagens

  • registros simples

📌 Mesmo sem empresa, ter controle evita dor de cabeça.


🔄 6. PIX para pagar: muda alguma coisa?

Para quem só paga via PIX:

  • mercado

  • aluguel

  • contas

  • compras

👉 Nada muda.
Você continua pagando normalmente.

No futuro, alguns impostos podem ser cobrados automaticamente dentro do preço da compra, mas:

  • o valor já estaria ali de qualquer forma

  • você não verá cobrança extra

  • não é imposto sobre o PIX


😌 7. Resumo para ficar tranquilo

✔️ PIX não é taxado
✔️ PIX não virou imposto
✔️ O governo só enxerga melhor valores altos
✔️ Quem declara corretamente não precisa ter medo
✔️ O problema não é usar PIX, é não conseguir explicar o dinheiro


💬 Frase importante para guardar:

“PIX não gera imposto. O que gera imposto é renda não explicada.”











Sou HAMILTON BISCALQUINI JR. corretor de imóveis CRECISP 208.568-F - especialista em investimentos 


H Imóvel

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